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Relembrando

A política de Pesquisa & Desenvolvimento de Israel e o apoio às startups coloca o país entre os mais empreendedores do planeta. O país têm 3.580 startups e registrou mais de 7 mil patentes entre 1980 e 2000.

Deca Furtado, Ana Carolina Bicalho e Leonardo Soltz

A última edição da Revista Inforuso teve Israel como tema principal e trouxe uma série de reportagens especiais tratando das características peculiares do único país democrático do Oriente Médio.

Israel nasceu em 1948, tem 95% de seu território ocupado por terras áridas, semiáridas ou hiperáridas e está cercada por inimigos. Você apostaria um centavo qualquer nesse país? Talvez não. Mas, por sua política de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) e pelo apoio às startups, o país está hoje entre os mais empreendedores do planeta. Israel é um dos mais inesperados exemplos de evolução tecnológica, científica e social.

Alguns dados realmente surpreendem. De 1980 a 2000, o número de patentes registradas no país foi de 7.652, superando regiões com economia bem maior. Em 2008, segundo o livro Nação empreendedora, de Dan Senor e Saul Singer, existiam 3.850 startups (uma para cada 1.844 israelenses) e pelo menos 45% dos judeus haviam cursado a universidade. Lá também residem mais engenheiros e cientistas per capita do que em qualquer outro lugar do globo.

É esse país, na figura do diplomata Reda Mansour, que vem trabalhando em cooperação com o Brasil. Segundo o embaixador israelense, a relação entre os países é “muito forte e ampla no setor de defesa” e isso coloca o Brasil como o principal aliado estratégico de Israel no BRICS – grupo de países emergentes que conta ainda com Rússia, Índia, China e África do Sul.

                

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